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quarta-feira, 16 de julho de 2008

New round

Sei que é estúpido, sei que é burro, mas quem se lembra daquela historinha do Rolex do Luciano Huck? Eu, vagamente. Lembro-me da polêmica. Lembro-me do espírito Robin Hood do ladrão e da controvérsia que veio com isso. Lembro-me da reação de Huck, que na época considerei insensível e idiota. E o espetáculo organizado pela mídia para que o desenrolar da história durasse uma eternidade cansou minha beleza tanto quanto a ultra-exploração do tal Caso Isabela (Isabella?)

Pois bem, no final das contas, sei que foi uma história de oportunismo. E o que deveria ter servido de lição para muita gente (inclusive eu, que nem prestei atenção direito nos fatos) é que sempre tem alguém tentando tirar proveito de algo que não lhes pertence. Sempre tem alguém que acha que o tal do "cada um faz sua parte" não é suficiente e espera que o outro lide com todas as consequências. Por fim, sempre tem uma vítima e sempre tem um egoísta, em qualquer história, e nem sempre é a vítima que tem razão.

A relevância de minhas reflexões com o Caso do Menino Luciano só fazem sentido na minha cabeça e eu tenho plena consciência disso. Não estou com muita vontade de esclarecer meus pensamentos. Quem quiser saber o que aconteceu hoje, pode perguntar. Talvez eu responda, talvez não. Não é uma história muito interessante, muito menos agradável, portanto quem não obter resposta não estará perdendo muito.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Nobody's fault but my own

Descrença. Secura súbita na garganta. Franzimento da testa. Aperto no estômago. Dificuldade para respirar. Tontura. Manifestação em forma de lágrimas da mistura de sentimentos negativos que surgem no momento. Eis os principais sintomas após o descobrimento de um fato ruim. Ou pelo menos são as minhas reações à más notícias. Tem horas que você conta com algo ou conta com alguém e sinceramente espera que tudo vai funcionar conforme seus planos. Infelizmente, a vida não vem com manual de instruções, não vem com plano de marketing, e você não tem a análise ambiental ou as principais ameaças à suas expectativas em mãos. Aí você grita, faz birra, soca o travesseiro, até se culpa por ter dado a reponsabilidade da garantia de sua felicidade para alguém que não seja você mesmo.
É a hora de ouvir "You Can't Always Get What You Want" dos Stones.